Júri Nacional

Óscar Gil

Óscar Gil

Um dos pioneiros do cinema angolano, Oscar Gil, Cameramen, Produtor e Realizador, nasceu em 1952. Na TPA trabalhou com a equipa francesa da Unicité com Bruno Muel, Antoine Bonfanti e Marcel Trilliat e estudou cinema e imagem na West Deutsch Rundfunch em Colónia, Alemanha. Entre 1976 e 1981, como reporter na guerra civil angolana, participou na frente Norte, Centro e Sul e acompanhou em várias viagens o Presidente Agostinho Neto. Foi delegado da TPA na Huíla, Namibe e Cunene. Em 1982, em Portugal trabalhou como cameramen para a RTP em séries, telefilmes e em todas as novelas transmitidas em horário nobre e realizadores de renome como Nuno teixeira, Fernando Ávila, Jaime Campos, herlander Peyroteu, Walter Avancini, Alvaro Fugulim, Regis Cardoso entre outros. Em Angola realiza vários documentários, spots publicitários, institucionais e séries televisivas (Caminhos Cruzados, Vidas a Preto e Branco, Encontros e Desencontros. Actualmente prepara uma longa metragem Desenraízados.


Adriano Mixinge

Licenciado em História de Arte pela Faculdade de Letras de Havana, tem mais de 20 anos de experiência profissional relacionada com as diferentes manifestações de arte e da cultura, particularmente, sobre as práticas e conhecimento dos circuitos artísticos, sobre o papel social do artista, sobre o mercado de arte e economia da cultura, entre outras. Entre 2001 e 2011 foi Conselheiro Cultural na Embaixada de Angola em França e Consultor Cultural na Delegação Permanente de Angola na UNESCO. Entre 2011 e 2018 foi Conselheiro Cultural na Embaixada de Angola no Reino de Espanha. Tem cinco livros publicados, Tanda, O Ocaso dos Pirilampos (Prémio Sagrada Esperança 2013), Made in Angola: arte contemporânea, artistas e debates, O Beijo da Madame Ki-Zerbo e A Flor Mazozo ou a Festa dos Pássaros. Tem vários artigos publicados em revistas especializadas em arte, literatura e cultura bem como nos livros Anthologie de L’art africain du XXème siècle e Atlântica: Contemporary Art from Angola and its Diaspora.

Foi curador do Pavilhão de Angola na 1ª Bienal de Joanesburgo (1995), organizou o projecto artístico e cultural Angola, mon amour no Museu du Quay Branly, Paris (2008). Entre 2008 e 2011, esteve na origem da exposição Angola, figuras de poder no Museu Dapper, Paris e em 2013 coordenou o projecto Angola. Madrid. Actualmente desempenha as funções de Administrador Executivo no Memorial Drº António Agostinho Neto, é cronista do Jornal de Angola com a coluna Na alva das ideias e é gerente da MIARTSCO Lda, uma empresa consultora em artes.

Adriano Mixinge

Henrique Santos

Henrique Santos

Henrique da Rocha Santos, nasceu em Benguela em 1969, é casado e pai de três filhos. Formado em Artes Gráficas pela Escola Artística de António Arroio, Lisboa. Iniciou o seu percurso profissional no mundo da publicidade em 1992 como assistente de produção de filmes publicitários na produtora Gideon Nel Film Productions. A partir de 1995 começa a trabalhar no Estúdio 10 em pós-produção para cinema, televisão, documentários e rádio. Em 1996 regressa a Angola e desenvolve trabalhos diversos, com destaque para a agência Litómidia (Campanha “Sistec Netangola” Grande Prémio Publicidade TVC). Entre 1997 e 2000, exerce funções na área do Marketing da empresa Sonils Oil Service, onde se destaca a distinção de um “Leão de Ouro” para melhor Stand na FILDA 2000. Em 2001 funda a empresa CRIACOM Comunicação e Imagem Lda, produtora audiovisual onde se distingue como Sound Designer/Sonoplasta em dezenas de projectos publicitários em Angola e no estrangeiro. Em 2003 vence o prémio Acácia de Prata no Festival Internacional de Publicidade Acácia de Ouro, em Angola, com a campanha da Fermat – O mundo da construção e em 2010 é distinguido pela Revista Exame como o vencedor do Marketing para o CAN 2010 realizado em Angola.

Fez parte da Direcção da APM – Associação Angolana de Empresas de Publicidade e Marketing com a função de vogal no mandato de 2010 – 2013.

Em 2019 o estúdio da Criacom é contratado para gravar as vozes dos personagens e sons ambientes da cidade de Luanda para a Longa Metragem de animação “Nayola” do realizador José Miguel Ribeiro, argumento de Virgílio Almeida, baseado no livro de José Eduardo Agualusa e Mia Couto, com estreia mundial prevista para este ano 2022.